O cenário de negócios está em pleno processo de transformação. As mudanças que vão acontecer nos próximos anos serão muito maiores que as que já estão ocorrendo hoje. Este século será o século da velocidade, com mudanças e transformações acontecendo de forma cada vez mais rápida.
E, com o aumento da velocidade, é inevitável que a própria natureza das empresas mude. A conseqüência é que as corporações não poderão demorar em responder a essas mudanças, sob pena de serem obrigadas a deixar o mercado.
E o que está por trás de todas essas transformações? A Tecnologia da Informação. Estamos na era da Informação e as empresas vencedoras estão usando ferramentas digitais não mais para apenas operar sistemas básicos, como contabilidade e contas a pagar/receber. Os recursos tecnológicos são usados para criar processos novos e radicalmente mais velozes que os antigos e para encontrar novas oportunidades de negócios.
Ate ai, nada de novo, muitas delas investiram nos últimos 9 anos mais de 20 % do faturamento em sistemas integrados, os famosos ERPs (Baan, SAP, JD, PeopleSoft, Datasul, Microsiga, etc...). Por sinal, excelentes sistema na pratica deles... nossa realidade não nos mostra uma aderência com baixo custos.
Não acredito que estas empresas hoje tenham registrado um ROI positivo em cima dos gatos investidos nesses sistemas (realmente será que da para medir de forma real este retorno de investimento).
Muito difícil, pois estes sistemas não abriram novos negócios... Em geral, para serem “rápidos e eficazes” necessitam de mais mão de obra, de mais recursos técnicos (maquinas, memória, Banco de dados, discos etc...), de mais tempo, de mais investimentos e finalmente que seus Clientes não inventem, pois se perdeu agilidade nos processos em função de se manter uma base de dados pesada e morosa no dia a dia da organização.
Chegamos a conclusão que estes sistemas são excelentes geradores de “dados”, esperamos que um dia estes dados já “maduros”, virem informações úteis tão necessárias para as áreas tomadoras de decisão estratégias, para a empresa ser rápida e competitiva e que este tal de ROI realmente venha a ser positivo.
Neste ponto que se encontra um paradigma, “sabemos onde esta o gato, mas quem, vai ter a coragem de colocar o sino”.
Imagine uma ferramenta que seja rápida, utiliza os dados existentes, roda em qualquer PC com Windows 2000 ou XP, criada exatamente para gerar Informação para os tomadores de decisão e com um custo ridículo...
Esta ferramenta existe, mas o maior problema e como justificar o injustificável, ou seja, dar o braço a torcer após gastar fortunas com ERP, IT, Consultorias, Tempo, Pessoas e ter que adquirir um sistema que roda no seu micro ou notebook que ajude a tomada de decisão estratégica.
Usar a Tecnologia da Informação com inteligência vai ser uma questão de competitividade e de sobrevivência empresarial.
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